Instalações Eléctricas no Algarve
A instalação eléctrica é a única parte de uma casa que toca em tudo o resto e a única que é praticamente impossível de refazer depois. Iluminação, automação, climatização, piscina, carregamento do carro, painéis, bateria, rede e segurança dependem todos dela — e todos assumem, em silêncio, que alguém pensou nisso do princípio.
A iHome projecta e executa instalações eléctricas em casas, empreendimentos e hotelaria do Algarve desde 2006, com equipa própria, e especifica-as em conjunto com os sistemas que delas dependem em vez de os deixar para depois.
O que se decide antes de fechar paredes
Praticamente tudo o que interessa. Depois de fechadas, todas as opções passam a ser piores, mais caras, ou visíveis.
- Circuitos de iluminação. Quantos, e agrupados como. É esta decisão, e não a escolha das luminárias, que determina se a casa vai poder ter cenários com sentido. Um quarto com um circuito só nunca terá camadas.
- Caminhos e caixas. Tubagem generosa e com fio-guia custa quase nada na obra e vale muito daí em diante — é a diferença entre acrescentar um cabo e abrir uma parede.
- Posição do quadro e do bastidor. Ventilados, acessíveis, com espaço de reserva. Um quadro cheio no dia da entrega é um quadro que não aceita o carregador que se vai comprar dois anos depois.
- Alimentação para o que ainda não existe. Um espera para carregador, um espera para bateria, um espera para o portão. São dezenas de euros na altura e milhares depois.
Potência contratada: o número que ninguém revê
A potência contratada é um limite rígido e um custo mensal permanente. A maioria das casas está mal servida nos dois sentidos: paga por potência que não usa durante todo o ano e mesmo assim dispara o disjuntor nas poucas noites em que tudo coincide.
Isto resolve-se medindo. Com um perfil de consumo real é possível saber se a potência pode descer, e é possível evitar aumentá-la ao introduzir gestão de carga — que reduz temporariamente o que pode ser reduzido em vez de abrir o disjuntor. Um carregador de veículo que desce de 32 A para 6 A enquanto a cozinha trabalha custa ao carro uns minutos e poupa um escalão de potência todos os meses.
Protecção: o aborrecido que é o que importa
A diferença entre uma instalação correcta e uma instalação aparentemente igual está quase toda em coisas que não se vêem: secções de cabo calculadas para a carga real e para o comprimento real, com queda de tensão verificada e não assumida; selectividade entre protecções, para que uma avaria numa tomada não deixe a casa às escuras; diferenciais adequados a cada circuito, incluindo protecção contra corrente contínua residual nos circuitos de carregamento; terra medida, e não presumida; e protecção contra sobretensões, que num clima com trovoada de fim de Verão paga-se sozinha na primeira vez.
Ambiente: o Algarve é duro com instalações
Junto ao mar, a maresia ataca contactos, caixas e fixações. No Verão, a temperatura dentro de um quadro exposto sobe muito acima do ambiente, e a electrónica envelhece mais depressa. Em casas usadas por temporadas, a humidade parada faz o resto.
Traduz-se em escolhas concretas: índices de protecção adequados ao sítio real e não ao sítio genérico, materiais resistentes à corrosão nos exteriores, ventilação pensada para quadros e bastidores, e prensa-cabos e vedações que continuam a vedar ao fim de cinco anos.
Onde a instalação encontra tudo o resto
É aqui que se ganha ou se perde a casa inteira. Uma instalação eléctrica projectada isoladamente entrega circuitos que funcionam e não entrega uma casa que funciona.
- Iluminação e sombreamento — circuitos, teclados e topologia de controlo definidos no projecto eléctrico.
- Fotovoltaico — quadro, proteções, caminho DC e local do inversor previstos antes.
- Carregamento de veículos — circuito dedicado e contagem no ponto de entrega para gestão de carga.
- Gestão de energia — transformadores de corrente nos circuitos que interessam, instalados de origem.
- Rede — cablagem estruturada na mesma planta, com o bastidor no mesmo estudo do quadro.
- Segurança — alimentação e cablagem previstas, e não puxadas à superfície depois.
Domótica: KNX ou Control4
Trabalhamos com as duas plataformas e a escolha não é ideológica.
O KNX é uma norma internacional aberta: a instalação não depende de nenhuma empresa continuar a existir e pode ser mantida por qualquer parceiro certificado, em qualquer lado. É a escolha natural quando o horizonte é longo e a casa é grande.
O Control4 é uma plataforma proprietária com uma experiência de utilização mais imediata e uma integração de audiovisual mais fácil. É frequentemente a escolha certa quando o centro de gravidade da casa é o entretenimento.
Em muitas casas a resposta é as duas: KNX na infraestrutura — iluminação, estores, clima — e Control4 na experiência. É a combinação que instalamos com mais frequência, e é também aquela pela qual fomos distinguidos.
Como corre um projecto
- Projecto. Estudos de iluminação, integração dos sistemas de entretenimento, segurança e automação, e o dimensionamento eléctrico que decorre daí.
- Coordenação. Com arquitectura e com a construção civil, na altura em que ainda é barato mudar de ideias.
- Execução. Com técnicos próprios: cablagem, tubagem, quadros, programação e integração dos sistemas.
- Ensaios e certificação.
- Entrega e acompanhamento. Com documentação e com os ficheiros de projecto entregues ao dono — que é de quem são.
Trabalhar com a iHome
Somos dealer oficial Control4 e parceiro certificado KNX, e trabalhamos em casas do Algarve desde 2006 — moradias, empreendimentos e hotelaria.
Porque fazemos o projecto eléctrico, a automação e os sistemas de energia, eles são especificados uns contra os outros em vez de uns à volta dos outros. É aí que está a maior parte da diferença.
Ligue (+351) 289 090 900 ou escreva para geral@ihome.pt.